01Economia
Vendas do Tesouro Direto atingem segundo melhor resultado da história

As vendas de títulos públicos pela internet a pessoas físicas registraram o segundo maior volume da história, impulsionadas pelo novo título Tesouro Reserva. O Tesouro Direto informa que vendeu R$ 14,76 bilhões em papéis em junho. O valor só perde para o recorde histórico de março deste ano, quando as vendas de títulos federais pela internet somaram R$ 14,79 bilhões.
Na comparação com maio, o volume registrado em junho foi 44,51% maior. As vendas do Tesouro Direto somaram R$ 10,22 bilhões. Na comparação anual, o volume é 156,03% mais alto.
Títulos vinculados aos juros
Em junho, os títulos mais procurados pelos investidores foram os vinculados aos juros básicos da economia, representando 54,5% das vendas. O Tesouro Selic (LFT) somou comercialização de R$ 4,16 bilhões, o que representa 28,2% do total.
02Economia
Governo aprova aumento da mistura de etanol anidro na gasolina para 32%
Governo prevê redução do preço do litro do combustível em R$ 0,03

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou o aumento temporário do percentual obrigatório de etanol anidro na gasolina de 30% para 32% (E32). A medida terá vigência de 180 dias, com possibilidade de prorrogar a decisão uma única vez pelo mesmo período. O percentual de álcool vai aumentar a partir do 1º de agosto.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que a elevação temporária do teor de etanol anidro obrigatoriamente misturado à gasolina deve reduzir o preço do litro do combustível em R$ 0,03.
Com a atualização do teor da mistura, o governo prevê uma redução nas importações de gasolina de 900 milhões de litros por ano. Por nota, o governo informa que a decisão leva em consideração a volatilidade atual no mercado de petróleo e combustíveis marcada pelala manutenção dos conflitos no Oriente Médio.
03Economia
Inflação sobe em junho, veja o que mais contribuiu para a alta nos preços
IPCA aumenta 0,16% em junho e avança 4,64% em 12 meses, mostra IBGE

A inflação oficial do país, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), de junho registrou elevação de 0,16%, resultado inferior à taxa de maio de 0,58%, e também abaixo do resultado de junho de 2025, de 0,24%, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A desaceleração foi puxada pelo grupo alimentação e bebidas (-0,24%), após alta de (1,33%) em maio. É a primeira variação negativa mensal desse grupo desde novembro de 2025.
Entre as altas nos preços, o grupo habitação foi o que mais contribuiu para a elevação da inflação em junho, com variação de 0,63%, seguido pelos grupos despesas pessoais (0,25%), artigos de residência (0,23%) e saúde e cuidados pessoais (0,23%). O custo da energia elétrica, que fica dentro do grupo habitação, e que teve alta de 1,53%, foi o elemento que mais contribuiu para a inflação do mês.
No primeiro semestre do ano, o IPCA acumula alta de 3,36%. No mesmo período de 2025, o a inflação acumulada era de 2,99%. Em 12 meses, a inflação acumulada está em 4,64%. É o segundo mês consecutivo com resultado acima do teto da meta de 4,5%, estabelecido pelo Banco Central.
04Economia
Quais estados que pagam os maiores e menores salários do Brasil
Distrito Federal lidera média salarial do país, segundo IBGE

Capital do Brasil, o Distrito Federal para, em média, os maiores salários mensais entre as 27 unidades da federação.
De acordo com o relatório mais recentes do Cempre (Cadastro Central de Empresas), banco de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para atividades empresariais no país, divulgado em junho de 2026, o DF pagou médias salariais de R$ 6.845,00 aos seus trabalhadores.
Na capital federal, vale lembrar, há um contingente de mais de 76 mil servidores públicos, distribuídos por órgãos como governo federal, Congresso Nacional, tribunais superiores do Judiciário, 27 ministérios e mais de 150 autarquias federais.
O montante é seguido à distância pelas médias salariais de Rio de Janeiro (R$ 4.501) e São Paulo (R$ 4.423), onde estão localizados os principais centros financeiros do Brasil.



